
GEORGIA HONG
don't you realize our bodies could fall apart at any second?
― ABOUT
ela/dela 25 anos de idade & biomédica no dongbang hospital · bissexual · sol em escorpião · lua em leão · ascendente em câncer · chaotic neutral likes café quente sem açúcar, perfumes resinosos, club sandwich, the l word, competência silenciosa, traduções imperfeitas, plantas fáceis de manter, futebol, comida apimentada, quebra-cabeças, cartões postais... dislikes burburinho de conversa, incompetência, excesso de cordialidade, picles, chás de frutas, public displays of affection, bubblegum pop, agendas compartilhadas, burocracia, instrumentos desafinados, fotografias em grupo...
Nascida em 16 de novembro de 2000 na paróquia civil de Yeovil e registrada como filha de Jonathan 'Jeonghan' Hong e Blair 'Bora' Hong, a vida de Georgia sempre fugiu um pouco do comum.Ter um pai aviador na Commando Helicopter Force tem suas vantagens e desvantagens e é um ótimo atalho para se tornar pelo menos um pouco excêntrica. Viajar para vários lugares é definitivamente empolgante, você acaba adquirindo uma afinidade com idiomas e também desenvolve alguns fascínios interessantes.Por exemplo, testemunhar o respeito dado a um médico buraku que resolveu o caso que nenhum outro médico poderia resolver é um encaminhamento perfeito para se tornar um estudante de medicina mais tarde na vida. Entretanto, o fato de estar sempre se mudando dificulta a consolidação de amizades e o fato de não ter um sotaque regional significa que você é um estranho em todos os lugares, para sempre.Com ares de desnecessária independência e um rosto que parecia apresentar ao mundo uma constante *máscara de indiferença, Georgia passou sua vida acadêmica com breves chamadas disciplinares, mas honras em seu histórico e avaliações. Claro que sua trajetória em Biomedicina na Queen's University Belfast não foi diferente disso, se formando com honras e uma relação engraçada de admiração e picuinhacom alguns de seus professores.Porém, Georgia não conseguia se manter em um só lugar, nunca conseguiu, não após tantos anos de viagem por culpa, ou mérito, de seu pai. A escolha pela Coreia do Sul foi certamente pouco ortodoxa, ocorrida após um dardo acertar precisamente a faixa estreita que marcava o país em seu velho globo terrestre.E o Hospital Dongbang? Dessa vez, foi uma escolha mais tradicional, recomendação de um de seus professores que tinha conhecidos trabalhando no hospital. Com uma carta de recomendação e nenhuma vontade de sair pelas portas com um "não", Georgia logo mais estará completando seu terceiro ano no hospital.
― CONNECTIONS
NIGHT SHIFT THEORY: era para ser só mais uma discussão técnica, mas georgia e minseok entram em um debate que se estende madrugada adentro. nenhum dos dois recua fácil, talvez não pela vontade de ganhar o debate, mas simplesmente para continuar a interação. UNNECESSARY INDEPENDENCE: georgia claramente não gosta de ajuda e muse percebe isso rápido demais. ainda assim, continua oferecendo apoio de formas que ela não consegue recusar. DO NOT PAGE ME: georgia ignora uma ordem direta e muse está no meio disso, seja como cúmplice, testemunha ou alguém que vai ter que decidir de que lado ficar quando a decisão cobrar seu preço. CODE BLUE HOURS: georgia e muse dividem turnos estranhos no hospital dongbang, horários em que os corredores ficam vazios demais e as conversas acontecem no intervalo entre um caso e outro. falta ver quem via dar o braço a torcer primeiro e chamar isso de amizade. LETTER OF RECOMMENDATION: muse conhece alguém do passado de georgia e acaba tendo acesso a uma versão dela que não combina muito com a atual. DEAD ON ARRIVAL: yejun jura ouvir coisas, passos, vozes, portas abrindo e fechando, nas alas vazias do hospital. georgia não acredita em nada disso, mas continua aparecendo quando chamam. talvez por precaução, talvez para pregar uma peça. FOREIGN BODIES: georgia e muse discordam de quase tudo: método, ética, timing, escolhas. a discussão é constante, afiada, quase íntima e em algum ponto fica difícil dizer se o incômodo vem das ideias opostas ou da proximidade inevitável. ON CALL: georgia não costuma atender ligações fora do horário, ainda assim, quando o telefone toca e é muse do outro ela sempre atende, tanto à ligação, quanto qualquer pedido. DAMAGE CONTROL: muse trabalha no setor administrativo do hospital dongbang e, por algum motivo, tenta impedir que georgia se meta em problemas demais. infelizmente, ela tenta não facilitar esse trabalho. BIOHAZARD: georgia já perdeu a conta de quantas vezes uma amostra chegou errada quando enviadas por esse setor. muse jura que não é pessoal, mas ela está começando a desconfiar. RISK-BENEFIT RATIO: muse é mais experiente e muito mais calejado no hospital e tenta convencer georgia de que sobreviver no hospital exige concessões. ela chama de covardia e o debate é constante, mas surpreedentemente produtivo.
― EXTRAS

academics
'Análise proteômica do plasma em pacientes com dor neuropática em neuropatia periférica idiopática' dissertação final · Queen's University Belfast
'Biomarcadores proteômicos associados à gravidade da dor neuropática'
apresentação de pôster · World Congress on Pain, IASP aesthetics deadpan snarker · the last DJ · bunny-ears lawyer · don't you dare pity me! ooc
ela/dela · +21 · tw: transtornos alimentares e violência animal.